Espelho de mim mesma...

Só mostro o que tenho no olhar!

06 março 2005

Uma história interessante e para pensar...

Imaginem que existe um banco, que todas as manhãs adiciona à tua conta 86.400$.Este estranho banco, ao mesmo tempo, não transfere o teu saldo de um dia para o outro: todas as noites apaga da tua conta o saldo que não gastaste.Que farias?
Imagino que retirarias todos os dias a quantidade que não tinhas gasto, não?
Pois bem: todos nós temos este banco: ... o seu nome é tempo.Todas a manhãs, este banco adiciona à tua conta pessoal 86.400 segundos.Cada noite este banco retira da tua conta e dá como perdida qualquer quantidade deste saldo que não transformas-te em algo proveitoso.Este banco não arrasta saldos de um dia para o outro, não permite acumulações. Todos os dias abre-te uma nova conta. Cada noite elimina os saldos do dia anterior.Se não utilizas o teu saldo diário só tu tens a perder, não tens uma segunda hipótese de utilizares o que sobra.Não existe reforço do saldo diário: deves viver o presente com o saldo de hoje.

Por isso, um bom conselho é que deves utilizar o teu tempo de forma a obteres o melhor em saúde, felicidade e êxito.O relógio segue a sua marcha... Utiliza o máximo do teu dia.

* Para entender o valor de um ano, pergunta a um estudante que repetiu o curso...
* Para entender o valor de um mês, pergunta a uma mãe que olha para um bebé prematuro...
* Para entender o valor de uma semana, pergunta ao editor de um semanário…
* Para entender o valor de uma hora, pergunta aos amantes que esperam para se encontrar...
* Para entender o valor de um minuto, pergunta ao viajante que perdeu o combóio...
* Para entender o valor de um segundo, pergunta a uma pessoa que esteve a ponto de ter um acidente...
* Para entender o valor de uma milésima de segundo, pergunta ao desportista que ganhou uma medalha de prata nas olimpíadas…
Dá valor a cada momento que vivas e esse tesouro terá muito mais valor se o partilhares com alguém muito especial, especial o suficiente para lhe dedicares o teu tempo... e lembra-te que o tempo não espera por ninguém.

(Este texto teve origem num e-mail
que me enviaram há uns dias
e achei interessante partilhá-lo
com vocês!)